sábado, 11 de maio de 2013

Nacionalismo na Primeira Guerra Mundial


  Quando tratamos de nacionalismo precisamos entender, primeiramente, o conceito de nação como sendo um conjunto de culturas, crenças e outros hábitos que definem a identidade de um povo. 

  O sentimento de nacionalismo ficou mais evidente no século XIX com os desdobramentos da Revolução Francesa de 1789 ao lutarem contra as imposições absolutistas. Na formulação dos discursos percebia-se que o “orador” deixava claro à vontade e os desejos de suspender os privilégios de um grupo em detrimento da maioria. 

 Os movimentos antimonárquicos que se desenvolveram na Europa no século XIX fortaleceram o sentimento de nacionalismo como instrumento das mobilizações para atingirem o objetivo. Nesse mesmo período, a onda nacionalista ganhava fôlego com o imperialismo, que se firmava na ideia de superioridade de uma nação. 

  Historicamente, o nacionalismo incitava às rivalidades que forneciam sentido a ocorrência da Primeira Guerra Mundial. Afinal as rivalidades imperialistas apropriavam-se de um discurso em que os interesses da nação deveria estar acima das ameaças de outras nações. Assim sendo, a noção de superioridade e rivalidade foram os pontos centrais na idealização nacionalista. 

   A prática do nacionalismo foi além do sentimento de defender a nação, esse movimento possuía a ideia de que a liberdade individual deveria ser suprimida em favor de um líder supremo, capaz de realizar os desejos da coletividade. Pode-se observar, na prática, que esse tipo de expressão extrema possuiu um fim trágico. 

Ainda hoje, encontram-se grupos com esse sentimento de nacionalismo, rejeitando a integração contemporânea vinda com a nova fase que o mundo se encontra: a globalização. Sem dúvida, a questão nacionalista ainda se movimenta no tempo presente.



Referências:



IFBA-Campus Vitória da Conquista                   Turma:6131        Série:3°ano
Grupo:Ranna Martins ,Carol Lima

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